Tudo o que aqui escrevo é forjado no meu silêncio e na penumbra. Vejo
pouco, ouço quase nada. Mergulho enfim em mim até o nascedouro do
espírito que me habita. Minha nascente é obscura. Estou escrevendo
porque não sei o que fazer de mim. Quer dizer: não sei o que fazer com
meu espírito.
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